Eu não tinha reparado antes, mas ela tinha um colar de coração no pescoço. Daqueles que podem se abrir e conter duas fotos dentro. Tentei tocar o colar para abri-ló e ver se tinha alguma foto lá, mas minha mão atravessou. Ela pegou o colar, o abriu e mostrou-me o que tinha dentro. As duas fotos eram minhas. A primeira foto era de quando eu tinha três anos de idade, no dia em que Cece nasceu. A segunda foto era no dia de meu aniversário de dezoito anos anos.
Eu continuei sem dizer nada. Será que... ela me amava mais do que eu a amava? Ela estava morta a dois dias que pareciam ser dois anos. Deitei-me na cama, não demorou muito e Cece deitou ao meu lado. Eu estava com sono, logo dormiria. Pus minha mão em cima da mão dela, mesmo sabendo que não poderia tocá-la. Mas eu pude quase sentir, quase pude sentir que a estava tocando.
- Sabe - disse ela -, logo você poderá me tocar de verdade.
- Sério? Como?
- Bom, se vou te proteger, tenho que te tocar. Quando o inimigo estiver perto de chegar, o sinal de que ele vai estar chegando vai ser...
- Que eu vou poder te tocar.
- É. É isso.
Continuamos em silêncio até eu pegar no sono.
Sonhei que Cece tinha asas de anjo. Ela estava me protegendo. Estava parada na minha frente de braços e asas abertas, com a cabeça baixa. Suas vestimentas brancas estavam todas cortadas e todo o seu corpo, até suas asas e seus lindos cabelos loiros estavam cobertos de sangue.
Á frente dela havia um garoto, eu não conseguia ver seu rosto. Ele se parecia com um anjo, mas suas asas e roupas eram negras e seus olhos eram na cor escarlate.
Ele tinha uma espada completamente dourada nas mãos. Ela estava coberta de sangue. O sangue de Cece.
Eu ainda estava dormindo, mas senti uma dor terrível, como se a espada dourada do garoto tivesse atravessado meu corpo.
Acordei atordoado, gritando. Levantei-me da cama e senti a dor novamente. Pus a mão onde doía e caí de joelhos no chão. Observei a cama de Cece e havia uma mancha de sangue onde eu estava deitado. Meu olhos se arregalaram e eu olhei para mim mesmo. Eu tinhas cortes no corpo todo. Meu pijama estava ensopado de sangue, mas eu já não sangrava mais.
Olhei para todos os lados. Não havia ninguém no quarto comigo. Levantei-me com muita dificuldade e caindo muito por causa da dor, tentei ir até meu quarto.
Quando cheguei ao meu quarto peguei uma calça, uma camisa e roupa de baixo limpa. Fui ao banheiro e tomei um banho para limpar as feridas. Joguei a roupa ensanguentada no cesto de roupas sujas e peguei o quite de primeiros socorros dentro do armário debaixo da pia e tratei meus ferimentos.
- Sabe - disse ela -, logo você poderá me tocar de verdade.
- Sério? Como?
- Bom, se vou te proteger, tenho que te tocar. Quando o inimigo estiver perto de chegar, o sinal de que ele vai estar chegando vai ser...
- Que eu vou poder te tocar.
- É. É isso.
Continuamos em silêncio até eu pegar no sono.
Sonhei que Cece tinha asas de anjo. Ela estava me protegendo. Estava parada na minha frente de braços e asas abertas, com a cabeça baixa. Suas vestimentas brancas estavam todas cortadas e todo o seu corpo, até suas asas e seus lindos cabelos loiros estavam cobertos de sangue.
Á frente dela havia um garoto, eu não conseguia ver seu rosto. Ele se parecia com um anjo, mas suas asas e roupas eram negras e seus olhos eram na cor escarlate.
Ele tinha uma espada completamente dourada nas mãos. Ela estava coberta de sangue. O sangue de Cece.
Eu ainda estava dormindo, mas senti uma dor terrível, como se a espada dourada do garoto tivesse atravessado meu corpo.
Acordei atordoado, gritando. Levantei-me da cama e senti a dor novamente. Pus a mão onde doía e caí de joelhos no chão. Observei a cama de Cece e havia uma mancha de sangue onde eu estava deitado. Meu olhos se arregalaram e eu olhei para mim mesmo. Eu tinhas cortes no corpo todo. Meu pijama estava ensopado de sangue, mas eu já não sangrava mais.
Olhei para todos os lados. Não havia ninguém no quarto comigo. Levantei-me com muita dificuldade e caindo muito por causa da dor, tentei ir até meu quarto.
Quando cheguei ao meu quarto peguei uma calça, uma camisa e roupa de baixo limpa. Fui ao banheiro e tomei um banho para limpar as feridas. Joguei a roupa ensanguentada no cesto de roupas sujas e peguei o quite de primeiros socorros dentro do armário debaixo da pia e tratei meus ferimentos.